Brasil dá um salto no quadro de medalhas

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Atleta Thiago Braz com a bandeira do Brasil
Com recorde olímpico e ouro, Thiago Braz, de 22 anos deu um show nos Jogos Olímpicos | Foto: Wander Roberto/Exemplus/COB

Depois de uma primeira semana com poucas medalhas, o Brasil entrou mais inspirado para a segunda semana de competições e saltou diversas posições no quadro geral da competição. Na ginástica artística foram três medalhas, duas de prata (Arthur Zanetti, nas argolas, e Diego Hypolito, no solo) e uma de bronze (com Arthur Mariano). No judô, que já tinha conquistado um ouro com a Rafaela Silva (destaque da primeira semana), conseguiu mais dois bronzes (Mayra Aguiar e Rafael Silva).

A natação teve uma grata surpresa com a medalha de bronze de Poliana Okimoto na maratona aquática. A medalha veio após uma revisão do encerramento da prova, que desclassificou a segunda colocada. Outra surpresa brasileira que garantiu medalha foi o atleta Isaquias Queiroz, da canoagem de velocidade, que conquistou uma medalha de prata na categoria de mil metros em canoa individual (C1). Isaquias ainda vai competir em outras distâncias e espera trazer mais medalhas para o Brasil.

A grade revelação olímpica desde a última edição do Sem Censura foi o carioca Thiago Braz, que atingiu a marca de 6,03m no salto com vara, garantindo a medalha de ouro e batendo o recorde olímpico da modalidade. “O dia foi muito especial. […] Quem saltou comigo também foi o público brasileiro. A emoção que eles passaram para mim foi muito importante”, disse Thiago. Até o fechamento desta edição, o Time Brasil estava com um total de dez medalhas, com duas de ouro, quatro de prata e quatro de bronze, na 15ª colocação geral no quadro da competição.

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